Quarta-feira, Novembro 09, 2005

Olhe que não...

Caros Carlos Furtado e João Maria Porto,

A JP, que é tanto JC como o PP é CDS, nada tem que ver com a extrema-direita. Já basta ter de ouvir essas confusões da nossa extrema-esquerda, que lendo a no vosso blog fico cada vez mais com vontade de que seja eleito um partido de extrema direita para o Parlamento para nos podermos separar na práctica desses epítetos.
Quanto a Cavaco, o que a JP decidiu é que não havia candidato que representasse os seus valores, e já agora os do partido. Se o partido decidiu apoiar o "mal menor" a JP entendeu que não queria apoiar um candidato por exclusão de partes. Se ninguém do espaço político do partido decidiu (ou decidir) avançar, tanto pior, não se apoia nenhum candidato.
Já agora, não é hábito da JP berrar mais que o CDS, ou daquilo o que é esperado numa campanha de rua ou num comício, mas nunca fará uma campanha "provávelmente" aos berros, porque "provávelmente" não existe, provavelmente esqueceu-se de retirar o acento. Se houver meios faremos uma campanha que explica porque é que nenhum candidato nos representa.

Micha